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domingo, 26 de julho de 2009

ACE 333 VAGAS PARA PORTO ALEGRE URGENTE!

Prefeitura contratará 333 profissionaisA Secretaria de Administração de Porto Alegre abre, nesta segunda-feira, inscrições para uma seleção de temporários do Programa de Combate à Dengue. Há vagas para agente de combate às endemias (300), supervisor de campo (30) e supervisor geral de campo (3). Os selecionados trabalharão por 120 dias, com salários de R$ 999 a 2.024,10. O edital estará disponível nesta segunda no site www2.portoalegre.rs.gov.br/dopa).

sexta-feira, 3 de julho de 2009

COBAIAS HUMANAS NO ACRE, GOVERNO DO ACRE USA SERVIDOR COMO COBAIA E DEMITE OUTROS E FAZ SELEÇÃO ANUAL.

Home Notícias Cobaias da malária no Acre fazem protesto no Juruá
Cobaias da malária no Acre fazem protesto no Juruá

Maior vítima da malária na Amazônia, Cruzeiro do Sul defende servidores

MONTEZUMA CRUZ
montezuma@agenciaamazonia.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

CRUZEIRO DO SUL, AC – A enorme parede de vidro que separa os vereadores do público não impediu a ruidosa manifestação de agentes de endemias em atividade na maior região malárica da Amazônia, durante a sessão ordinária noturna da Câmara de Vereadores. Apesar do sentimento de indignação de cada um, os servidores do Vale do Juruá não vaiaram ninguém, mas se acharam no direito de aplaudir o tempo todo, em voz alta, algumas vezes com gritos, as manifestações a respeito da situação da categoria.

A Saúde Estadual vem cortando o ponto desses servidores, sob alegação de que eles "não são agentes". E os substituem por pessoas sem experiência alguma no setor. O mais novo exonerado é Valdemilson Maia, que se viu obrigado a deixar a função este mês. Ele é o vice-presidente da Associação dos Servidores de Endemias do Vale do Juruá. Outro demitido, Roberto de Souza Lopes, 39, recebeu uma carta de recomendação. Para trabalhar aonde? Lopes saiu numa leva de 80 e não mais pôde retornar. O motorista Weligton da Silva, duas filhas, demitido há um ano, quer voltar já.

Agentes de endemia dedicam-se a promover a saúde preventiva dos moradores desta região brasileira na fronteira com o Peru. A sorte e os direitos de 432 deles continua nas mãos da chefe da Divisão de Endemias, Isanelda Magalhães. No entanto, ela está irredutível na função de exigir deles o máximo empenho – examinar 30 lâminas por dia –, sem levar em consideração as precárias condições de atuação dessa categoria, que não ainda não teve direito ao adicional por insalubridade. Segundo os agentes, Isanelda "parece mandar mais que o secretário de saúde".

Os agentes atendem a cerca de duzentas mil pessoas nos municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Porto Walter e Rodrigues Alves. Após a sessão de quinta-feira à noite, aconselhados eles decidiram suspender a greve que fariam a partir desta segunda-feira, na expectativa de que o governo cesse as demissões no setor e reconduza os exonerados às funções. Se isso não ocorrer, eles paralisarão o atendimento. Pelo que constatou a Agência Amazônia, com o apoio do comércio e da população, que demonstram insatisfação com a atitude do governo estadual. O taxista José Firmino, 37, aposta: "O governo vai perde todos os eleitores dessas famílias prejudicadas".

Cobaias humanas

Em 2008, cobaias utilizadas em pesquisas de captura de anofelinos (mosquitos transmissores da malária) denunciaram a falta de equipamentos de proteção, jornadas excessivas, noite e madrugada adentro, e o pior: foram atacados pela doença. Teve início, então, uma série de perseguições políticas aos servidores que revelaram ser vítimas dessas experiências.

Concursos provisórios já duram dez anos. Os agentes, que recebem salários mensais em torno de R$ 400, reivindicam o cumprimento da Emenda 51, segundo a qual gestores locais do Sistema Único de Saúde poderão admitir agentes comunitários e de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação.

"Eles podem ser efetivados sim, desde que respondam a prova oral, obedecendo ao processo seletivo", defendeu a deputada Idalina. Com ela, também participaram da sessão os deputados federais Gladson Cameli (PP-AC) e Fernando Melo (PT-AC). Todos se dispuseram a conversar esta semana com os procuradores-chefes do Ministério Público Estadual, do Ministério Público Federal, e o secretário estadual de saúde, Osvaldo Lea, em busca de uma saída para o impasse.

A Associação dos Servidores queixa-se também aos parlamentares da postura da subsecretária de Saúde na região, Kátia Cristina Messias. Segundo eles, ela é omissa. "Ela poderia evitar o desemprego no setor, analisando caso a caso para evitar injustiças". O desaparecimento de duas peças de microscópio transformou-se em inquérito policial. Agentes foram acusados, mas adiantaram aos vereadores que pedirão provas à subsecretária e não descartam um processo judicial contra a Saúde.

"Na Justiça Federal não se consegue nada, mesmo quando está claríssima a atitude ilegal da Saúde, ao obrigar esses servidores a assinar documentos em branco", lamenta a advogada dos exonerados, Cecília Lanza. "Tanto quanto pior são os salários rebaixados", diz.

"Governo não quer se corrigir"

Em Nova Iguaçu (RJ), a Justiça Federal e o Ministério Público decidiram aceitar a interpretação de análise de currículo para a efetivação do agente de endemia. A efetivação de servidores da área de endemias no quadro do funcionalismo público é uma luta antiga. Recentemente, em Cuiabá (MT), o desembargador Márcio Vidal manteve a decisão favorável para os agentes, determinando a formação de uma Comissão de Certificação para verificar as condições iniciais de efetivação. A Prefeitura não respeitou a decisão.

"O governo age como nazista; erra e não quer corrigir o erro", criticou a deputada Idalina Onofre (PPS) na sessão ordinária da Câmara. "Já encontramos pessoas cegas depois de usarem o abate (larvicida para combater o mosquito). Emocionado na tribuna, o agente João Pedrosa Neto disse que a lei favorece a categoria e desafiou o senador e médico Tião Viana (PT-AC) a debater com eles a situação. "Como é possível uma lei exclusivamente criada para amparar agentes e, mesmo sabendo-se que é aplicada em outras regiões brasileiras, se auto-anula no Acre?", questionou.

Região teve 886 casos de malária em maio

CRUZEIRO DO SUL – Só neste município a malária falciparum fez 886 vítimas em maio deste ano. Em janeiro de 2006 somaram-se 6.941 casos. É raro encontrar grandes contingentes de resistentes à doença, porque ela ataca a todos, indistintamente.

"Quando a gente entra nos ramais fica sem acesso a nada. Visitamos todas as casas e conhecemos todas as famílias e vítimas da doença", relata Luiz Lopes da Silva, 43 anos, há 22 nessa área. Ele trabalha desde os tempos das extintas Sucam e FNS. "Há dez anos esperamos que a situação melhorasse, não apenas no salário, mas no respeito ao nosso trabalho", ele diz. Mesmo assim, tudo é feito com carinho. "A gente tenta mostrar que não basta examinar uma quantidade enorme de lâminas, mas apresentar a certeza do que os exames de cada uma representam para a estatística", acrescenta.

A malária é a mais importante doença parasitária dos trópicos com uma população de risco que corresponde a 32% da população mundial. Estima-se em 300 milhões o número de pessoas infectadas, 120 milhões de casos novos e cerca de um a dois milhões de óbitos por ano.

"Aqui é todo tempo na peia", queixa-se o presidente da Associação, Carlos Moura. Refere-se ao tratamento agressivo ao ser humano, um combinado de drogas à base de mefloquina e artesunato sódico. A diidro-artemisinina, o meio-éster do ácido succínico, forma o sal sódico conhecido como artesunato, que tem demonstrado efetividade em estudos clínicos feitos em diferentes países. (M.C.)

Agentes ajudam a detectar elefantíase em Cruzeiro do Sul

CRUZEIRO DO SUL – Dez e meia da manhã de sexta-feira. O repórter vê uma mulher franzina com um inchaço gigantesco no pé direito. Ela está na frente do Hotel Plínio, perto de um vendedor de pastéis. Pergunto ao presidente da Associação, Carlos Sérgio de Moura, 32, o que é aquilo. "Elefantíase", ele responde.

Carlos passa a relatar a importância do trabalho do agente de endemia: "O zelo e o conhecimento que adquirimos ao longo do tempo possibilita detectar outras doenças, num simples exame de lâmina". Exemplificou: "A filariose linfática, causadora da elefantíase, é uma delas. Coloca em risco um bilhão de pessoas em todo o mundo". No Brasil, ela é transmitida apenas pela picada da fêmea do mosquito Culex quinquefascitus.

Mais de 120 milhões de pessoas sofrem da doença, das quais, mais de 40 milhões se encontram gravemente incapacitados ou apresentam deformações. A filariose é causada por um helminto (verme) longo e delgado, a filaria Wuchereria bancrofti, do gênero Anopheles, único agente na África e nas Américas. Os outros agentes patogênicos são a Brugia malavi (na China, Sudeste Asiático, Indonésia, Filipinas e sul da Índia) e a Brugia timori (na ilha do Timor) são do gênero Mansonia.

O agente Pedrosa Neto demonstrou o funil em que se encontram os agentes de endemia do Juruá, considerados por diversos médicos e pesquisadores, "verdadeiros especialistas em malária". "Com relação ao sistema, estamos sendo extintos; com relação ao social, somos discriminados", protesta. "A duras penas combatemos uma peste que assola a nossa sociedade, mas vemos os nossos valores diminuídos, a ponto de desaparecerem", lamenta. (M.C.)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

VARIOS MUNICÍPIOS DO CARIRI DEBATEM DESAFIOS E RESULTADO DO "SUS"

O ponto culminante do evento foi à palestra de João Ananias, uma verdadeira aula sobre o SUS (Sistema Único de Saúde) e a sua complexidade em termos de execução.


Partindo do princípio que o SUS precisa ser ainda mais fortalecido e que o direito a saúde deve ser integral e com igualdade, seminários estão sendo realizados em todas as regionais de saúde enfocando os desafios e resultados em sua execução. Através da 21ª CRES de Juazeiro do Norte foi realizado no auditório da Fundação Memorial Padre Cícero encontro com esta finalidade na sexta-feira, dia 19 envolvendo secretários municipais de saúde de Barbalha, Missão Velha, Caririaçu, Granjeiro, Jardim e Missão Velha.

O evento foi prestigiado por José Roberto Celestino, vice-prefeito de Juazeiro, deputado estadual Lula Morais (PC do B), os prefeitos de Araripe, Germano Coréia, também vice-presidente da Frente Municipalista do Sul do Ceará, Jardim, Fernando da Luz, Granjeiro, Emanuel Granjeiro e Assaré, Evanderto Almeida, Dr. Alcy Pinheiro, Presidente do Conselho Estadual de Saúde e Fabiana Sousa Alves, coordenadora da CRES juazeirense.

José Roberto Celestino deu boas vindas aos participantes e enalteceu a importância dos encontros. “É importante que iniciativas como estas sejam realizadas para despertar junto aos operadores da saúde o significado mais pleno do que é o SUS, suas falhas e, principalmente o que oportuniza para as pessoas mais humildes, mais pobres. Tenho certeza que teremos uma educativa e esclarecedora palestra com o Dr. João Ananias”, anteviu o vice-prefeito. O Secretário de Saúde de Juazeiro, Giovanni Sampaio falou em nome dos demais que estavam presentes e aproveitou para agradecer as parcerias que estão sendo firmadas com os municípios. O secretário lembrou investimentos como o Hospital Regional, CEO Estadual e policlínicas em diversos municípios. Alcy Pinheiro, por sua vez, também ressaltou a parceria com a Secretaria de Saúde na realização destes seminários. Ele informou que o CESAU está realizando a exemplo da SESA diversos encontros regionais denominados de Caravanas em Defesa do SUS como o de Barbalha nos dias 11 e 12. O deputado Lula Morais fez uma rápida contextualização histórica lembrando o regime militar, quando havia o sistema previdenciário (INAMPS) e o de atendimento público (INSS).

Resgate da História

O Secretário de Saúde do Ceará iniciou sua palestra fazendo um resgate da história da saúde pública. “O atendimento de saúde era oferecido pela Igreja e isso foi de uma visão que deve ser reconhecida. A partir de 1930, com a quebra da bolsa americana é que de forma capitalista começaram a ‘mercantilizar’ a saúde, como se essa, fosse uma mercadoria. Esse modelo, infelizmente, foi copiado no Brasil”, criticou. Para João Ananias a partir da Constituição de 1988 começou a ser revertido um erro histórico onde a saúde era ofertada apenas na atenção secundária, ou seja, no atendimento hospitalar. “Quero lembrar que tudo começou com idéias revolucionadoras propondo um novo modelo através do movimento sanitário brasileiro que inicialmente queria uma descentralização da Capital Federal para todos os estados da federação”, enfatizou.

A partir de então, segundo o Secretário, “muitas foram às conquistas com a universalização do sistema de saúde como o programa Saúde da Família, agentes comunitários de saúde e agentes de endemias”. Para João Ananias “o Brasil passou a ter uma consciência crítica de que prevenir e mais prático que tratar”. Para comprovar o sucesso da nova modalidade nacional ele citou a significativa redução da mortalidade infantil a partir de 1988. “Hoje, temos a oportunidade ver, mesmo com muitos problemas o médico e o enfermeiro atendendo na casa do paciente, na sua rua, no seu bairro, em seu sítio, vila ou distrito. Nós ultrapassamos o objetivo inicial dos sanitaristas que era o de chegar até os estados e estamos hoje presentes em todos os municípios brasileiros”, garantiu.

Problemas

Para João Ananias o maior problema no SUS é a questão do financiamento. Ele defendeu os prefeitos que “são obrigados por lei a investirem 15% no setor” e criticou o Governo federal “que não tem a mesma obrigação e prioriza o que está inserido na média e alta complexidade”. Para ele há um grande equívoco até na nomenclatura. “Atender no PSF e combater a mortalidade infantil, mortalidade materna, diabetes, hipertensão e manter vacinas em dia não é uma ação de alta complexidade?” perguntou tirando aplausos dos secretários, médicos e enfermeiros presentes. Criticou o Governo Federal, mais especificamente ainda ao Ministro José Gomes Temporão por admitir publicamente se repensar uma “flexibilização do PSF”. “Essa proposta é uma falta de vergonha na cara! Isso significa andar para trás e desfazer as conquistas ao longo dos últimos 20 anos. Nós precisamos é ampliar as equipes e valorizar os profissionais. Imaginem vocês que nos Estados Unidos se promove saúde pública com $ 8 mil (oito mil dólares) per capita e aqui no Brasil é de apenas R$ 500,00. O SUS é, portanto, o caminho correto, a antítese do lucro e a garantia mínima de uma melhor saúde para população que merece muito mais”, argumentou e publicamente deixou clara sua insatisfação com o modelo do Presidente Lula da Silva para atenção básica.

O Secretário de Saúde do Estado criticou o que denominou de lobby que faz com que haja mais recursos para os exames (média e alta complexidade) que são necessários, é bom que se diga, que para promover a atenção básica. “Precisamos receber esse conceito e no mínimo equiparar para a atenção primária a partir da emenda 29” criticou e reivindicou Ananias. Mesmo reconhecendo como excessiva a carga tributária naciona ele lamentou o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) que alocava recursos para saúde pública.

Ainda em defesa do PSF o Secretário sugeriu a criação de um Plano de Cargos e Salários para os médicos. “É preciso criar um mecanismo que garanta ascensão ao profissional. Isso ocorre no Judiciário e no Ministério Público. Quando um juiz ou promotor sai para uma outra comarca, geralmente é promovido. E isso precisa ocorrer na atenção básica como forma de estimular os profissionais. Hoje, naturalmente, eles procuram quem paga mais. Se avançamos 20 anos, em curto espaço de tempo iríamos avançar muitos mais e consolidar o SUS como maior programa de saúde pública do mundo”, previu.



Fonte: Por Beto Fernandes

terça-feira, 9 de junho de 2009

ACS 400 VAGAS NO DF, SALARIO DE R$ 891.00.

retificação do edital em brasilia!!!



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DIVULGAÇÃO
Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Edital para agente comunitário é retificado

A Secretaria Estadual de Saúde do Distrito Federal retificou o edital de abertura do concurso que oferece 400 oportunidades para agente comunitário de saúde (ACS), com salários de R$ 891.

A principal alteração diz respeito à data prevista para aplicação da prova objetiva, que passou de 26 de julho para 2 de agosto.

Lembrando que as vagas exigem que o candidato possua nível fundamental e resida na área da comunidade em que irá atuar.

O concurso está sendo organizado pelo IBFC e reserva 80 oportunidades aos portadores de necessidades especiais.

Inscrições

As inscrições vão até o dia 30 de junho e devem ser feitas através do site www.ibfc.org.br. As taxas são de R$ 27.

Da redação do clicabrasilia.com.br, com agências


www.ibfc.org.br.
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Secretaria de Saúde do Distrito Federal está com inscrições abertas para 400 vagas de agente comunitário, cargo que exige nível fundamental e oferece salário de R$891,00.


Das vagas, 20% são reservadas para pessoas com deficiência.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de junho no site da organizadora, o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A taxa custa R$ 27.

O concurso público consistirá de duas etapas: prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; e curso de formação, de caráter eliminatório.

O agente tem a atribuição de realizar atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, além de ações em domicílio.

As provas estão previstas para o dia 26 de julho e serão aplicadas no Distrito Federal, os locais serão divulgados posteriormente.

As vagas são para Brazlândia, Ceilândia, Estrutural, Paranoá, Itapuã, Planaltina, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Samambaia, Granja do Torto e Sobradinho.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Agentes de saúde protestam na Procuradoria

Agentes de saúde protestam na Procuradoria
Grevistas querem que a Prefeitura pague o valor total de R$ 581 repassado pelo Ministério da Saúde
15/04/2009 - 10:55




Apitos e gritos de protesto marcaram a manifestação dos agentes de saúde
Em meio a apitos e gritos de protesto, os agentes comunitários de saúde e os agentes de endemias protestaram na manhã desta quarta-feira, 15, na porta da Procuradoria Geral do Município (PGM) no Centro da cidade. Em greve, os agentes querem que a Prefeitura de Aracaju pague o valor determinado na Portaria 1.234, que define o salário dos funcionários da saúde em R$ 581.


Atualmente, os servidores ganham um salário mínimo que, com descontos, equivale à R$ 413,85 sem direito ao vale-transporte. De acordo com a agente de saúde Fabiana Moreira, o valor de R$ 581 é enviado
Fabiana: "Não recebemos o valor que o Ministério da Saúde repassa"
pelo Ministério da Saúde à Prefeitura, que não repassa esse valor aos agentes.

Além disso, os manifestantes cobram o pagamento do adicional à insalubridade, que equivale a 20% do valor do salário. “Desde que fomos efetivados, em outubro de 2008, ainda não recebemos o pagamento da insalubridade”, declara Fabiana.

Fabiana denuncia também a pressão sofrida pelos agentes dentro dos postos de saúde. “A Prefeitura ameaça os agentes de saúde e de combate às edemias dizendo que a greve é ilegal e que não iremos receber nossos salários se continuarmos sem trabalhar”, afirma a profissional.

Na próxima quinta-feira, os agentes comunitários de saúde e de combate epidemiológico estarão na porta da Câmara Municipal para a queima dos Judas. Os profissionais da categoria irão queimar bonecos dos 14 vereadores que votaram a favor do reajuste de 1% proposto pela Prefeitura.