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terça-feira, 10 de novembro de 2009

RELATORIO DA DEP. FÁTIMA BEZERRA EM 12 PAGINAS.


COMISSÃO especial destinada a proferir parecer à proposta de emenda à constituição nº 391-A, de 2009, do sr. raimundo gomes de matos, que “altera o art. 198 da constituição federal para estabelecer plano de carreira e piso salarial profissional nacional para o agente comunitário de saúde e o agente de combate às Endemias”. (plano de carreira – agentes de saúde)

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 391, DE 2009

Altera o art. 198 da Constituição Federal para estabelecer plano de carreira e piso salarial profissional nacional para o agente comunitário de saúde e o agente de combate às endemias.
Autor: Deputado Raimundo Gomes de Matos e outros
Relatora: Deputada Fátima Bezerra

I - RELATÓRIO

A Proposta de Emenda à Constituição nº 391, de 2009, que passa a ser referida como PEC 391/09, promove alteração no § 5º do art. 198 da Constituição, concernente à situação funcional dos agentes comunitários de saúde (ACS) e dos agentes de combate às endemias (ACE). O referido parágrafo, acrescido ao artigo por força da Emenda Constitucional nº 51, de 2006, atribui competência à União para dispor, mediante lei, sobre o regime jurídico e a regulamentação das atividades daqueles profissionais, vinculados aos Estados, ao Distrito Federal ou aos Municípios. De acordo com a PEC 391/09, esta competência seria ampliada, de forma a abranger também a fixação de piso salarial profissional nacional e a estruturação de plano de carreira para aqueles agentes.
Submetida inicialmente à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a PEC 391/09 recebeu parecer unânime pela admissibilidade, nos termos do voto do Relator, Deputado Vicente Arruda, condicionada à supressão das expressões “regime jurídico” e “plano de carreira”.
Constituída esta Comissão Especial para proferir parecer sobre o mérito da proposição, foi aberto o prazo regimental para oferecimento de emendas, que findou com duas emendas apresentadas. A emenda nº 1, do Deputado Celso Maldaner e outros, faz acrescentar ao final do § 5º do art. 198, com a redação dada pela PEC 391/09, a expressão “respeitada a autonomia dos entes federados”.
Já a emenda nº 2, do Deputado Valtenir Pereira e outros, propõe o acréscimo de cinco parágrafos ao art. 198 da Constituição, que atribuem à União a responsabilidade pelos vencimentos dos ACS e ACE, não inferiores a dois salários mínimos, mediante recursos consignados em dotação própria e exclusiva no Orçamento Geral da União, a serem repassados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. O valor desses repasses não seria considerado para fins de limite às despesas com pessoal. Aos entes federados incumbiria o estabelecimento de outras vantagens, dentre as quais, obrigatoriamente, o adicional de insalubridade. A emenda advoga, ainda, a concessão aos agentes de aposentadoria especial, cujos requisitos não são especificados.
A Comissão Especial realizou, em 28 de outubro de 2009, reunião ordinária de audiência pública, com os seguintes expositores convidados: Dr. Carlile Lavor, idealizador do Programa de Agentes Comunitários de Saúde do Ceará; Sra. Ruth Brilhante de Souza, Presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde - CONACS; Sra. Elaine Alves de Almeida, Assessora Jurídica da CONACS; e o Sr. Edvan da Conceição Viana, Presidente da Federação Maranhense dos Agentes Comunitários de Saúde - FEMACS.
 Adicionalmente, a Comissão Especial promoveu, em 3 de novembro de 2009, seminário intitulado “Piso salarial nacional e plano de carreira dos agentes comunitários de saúde e combate às endemias”. O seminário compreendeu a realização de três mesas, que contaram com a participação de Deputados e de representantes de entidades interessadas na matéria.
Compete a esta Comissão Especial, na presente oportunidade, manifestar-se sobre o mérito da Proposta de Emenda à Constituição nº 391, de 2009, em cumprimento ao disposto no art. 202, § 2º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados.
II - VOTO Da RELATORa
Os agentes comunitários de saúde (ACS) e de combate às endemias (ACE)  exercem papel dos mais relevantes dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Por atuarem em contato estreito com as comunidades, intervêm diretamente sobre as situações cotidianas, determinando, em última análise, as condições de saúde da população. Seu trabalho é, portanto, um dos mais efetivos fatores contribuintes para a melhoria dos indicadores de saúde da população brasileira registrada nos últimos anos.
Os ACS surgiram em 1991, quando foi criado o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), sendo logo reconhecidos como prioridade dentro do SUS. Atualmente, o PACS está englobado na estratégia de Saúde da Família, em que se constituem equipes com a responsabilidade de acompanhar determinado número de famílias em região específica, prestando-lhes assistência básica de saúde. Tais equipes incluem, além dos ACS, médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e, eventualmente, profissionais da odontologia.
A Saúde da Família consiste em metodologia prioritária para a reorientação do modelo assistencial oferecido pelo SUS. Presente em mais de 90% dos municípios brasileiros, conta com quase 30 mil equipes, cuja atuação alcança metade de nossa população. Seus bons resultados são reconhecidos internacionalmente. Pesquisa realizada conjuntamente pelo Ministério da Saúde, pela Universidade de São Paulo e pela Universidade de Nova York demonstrou que o incremento em 10% da cobertura prestada corresponde à redução em 4,6% da mortalidade infantil.
Os ACE, por sua vez, contam com história bastante diversa. Muitos eram vinculados à extinta Sucam e foram absorvidos pela Fundação Nacional de Saúde - Funasa. Em 2003, no entanto, após reestruturação do Ministério da Saúde, as atividades de vigilância epidemiológica passaram a ser geridas pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). Isso, somado ao processo de descentralização de tais atividades, resultou na cessão da maior parte dos ACE, seja para o Ministério da Saúde seja para os estados, o Distrito Federal e os municípios.
Apesar de atuarem nesses outros órgãos, contudo, mantêm-se ligados à Funasa, na condição de servidores públicos federais. Outrossim, há também outros ACE cujo vínculo se dá diretamente com os estados e municípios, algumas vezes por meio de contratos precários. Entretanto, independentemente de sua vinculação ou tipo de contrato de trabalho, cabe frisar que as atividades desenvolvidas pelos ACE são semelhantes em sua essência.
As atribuições tanto dos ACS quanto dos ACE estão definidas na Lei 11.350, de 5 de outubro de 2006, que regulamenta as duas profissões. A Lei estatui que as duas categorias têm como função geral a prevenção de doenças e a promoção de saúde, mas confere responsabilidades um pouco diferentes para cada carreira.
Com relação aos ACS, estabelece que sua atuação ocorrerá por meio de ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas. Além disso, lista suas atividades: utilização de instrumentos para diagnóstico demográfico e sociocultural da comunidade; promoção de ações de educação para a saúde individual e coletiva; registro, para fins exclusivos de controle e planejamento das ações de saúde, de nascimentos, óbitos, doenças e outros agravos à saúde; estímulo à participação da comunidade nas políticas públicas voltadas para a área da saúde; realização de visitas domiciliares periódicas para monitoramento de situações de risco à família; participação em ações que fortaleçam os elos entre o setor saúde e outras políticas que promovam a qualidade de vida.
No que respeita aos ACE, estabelece apenas diretrizes gerais, afirmando caber-lhes o exercício de atividades relacionadas à vigilância, à prevenção e ao controle de doenças, além da promoção da saúde. Delega, então, ao Ministério da Saúde a competência para disciplinar tais atividades.
Cabe ressaltar, todavia, que nos debates promovidos por esta Comissão Especial, ficou explícito que as atribuições efetivas tanto dos ACS quanto dos ACE extrapolam em muito aquelas preconizadas em lei. Na realidade, como foi salientado por diversos palestrantes aqui ouvidos, há inúmeros locais onde eles são a única presença do Estado. Por esse motivo, veem-se impelidos a tratar dos assuntos mais diversos, inclusive responsabilizando-se por questões externas à área de saúde propriamente dita.
Em face do exposto até agora, resta claro que as profissões de ACS e ACE apresentam características bastante peculiares. Dessa forma, considerando todas as especificidades das atividades a elas atribuídas, o tratamento legal dado às duas profissões sempre fez-se de forma singular.
Talvez em consequência das diferenças históricas já aludidas, as carreiras são reguladas de forma diferenciada. Os ACS contam com legislação ampla, que estabelece tanto suas atividades quanto vários benefícios a que fazem jus. Em relação aos ACE, contudo, além de haver menos normas publicadas, os temas são abordados com menor detalhamento.
A regulamentação dos ACS deu-se inicialmente por intermédio de documentos infralegais publicados pelo Poder Executivo. Somente após mais de uma década da criação do PACS foi aprovada a Lei nº 10.507, de 10 de julho de 2002, que “cria a Profissão de Agente Comunitário de Saúde e dá outras providências”. Apesar de simples, foi uma lei de grande relevância tanto para a categoria quanto para o próprio SUS. É de se lamentar, todavia, que tal avanço tenha ocorrido somente com relação aos ACS.
Entre outros dispositivos, restringiu seu trabalho ao âmbito do SUS. Outrossim, instituiu que o ACS deveria residir na área em que atuasse, com o fito de assegurar sua afinidade com a comunidade.
Em 2006, objetivando viabilizar tal singularidade, a Emenda Constitucional nº 51 criou mecanismo atípico para sua admissão no serviço público. Estabeleceu que a contratação dos ACS e ACE ocorra por meio de processo seletivo público, de forma a permitir que seu local de residência seja considerado como critério de seleção. Além disso, estatuiu que lei federal disporá sobre o regime jurídico e a regulamentação das atividades das duas carreiras.
No mesmo ano, a Medida Provisória 297/2006 veio regulamentar a EC 51. Aprovada pelas duas Casas Legislativas, foi convertida na já referida Lei nº 11.350, de 2006. A nova lei, que prima por abordar conjuntamente os ACS e ACE, revogou a Lei nº 10.507/2002, vigente até então.
Além de descrever as atribuições das duas categorias, como apontado anteriormente, a Lei detalha diversos pontos relevantes para seu trabalho. Mantém a exigência de que os ACS residam na área onde atuam; trata do regime jurídico e da forma de contratação de ambos os profissionais; e estatui dispositivos que lhes asseguram maior estabilidade na função.
Analisando a legislação atual, podemos ver que muitas das reivindicações e necessidades dos ACS e ACE já se encontram contempladas. Todavia, há ainda pontos crucias carentes de regulamentação.
A PEC 391/09 constitui, assim, mais uma iniciativa no sentido de institucionalizar o papel dos ACS e ACE na saúde pública nacional. Apesar da transferência de recursos promovida pela União para os entes federados, a título de incentivo de custeio, na proporção de R$ 651,00 mensais por ACS registrado no cadastro de equipes e profissionais do Sistema Nacional de Informação mantido para esse fim, muitos daqueles profissionais percebem apenas um salário mínimo por mês. A adoção de um piso salarial nacional, conforme preconizado pela PEC 391/09, dará maior consistência às estratégias Agentes Comunitários de Saúde e Saúde da Família, assegurando a correta alocação dos recursos repassados pela União. Adicionalmente, a implantação de planos de carreira para os ACS e ACE, também prevista pela PEC 391/09, propiciará a valorização daqueles profissionais, incentivando a dedicação dos mesmos ao relevante trabalho que realizam.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania - CCJC, ao manifestar-se sobre a admissibilidade da PEC 391/09, acolheu o parecer do Relator, Deputado Vicente Arruda, que fez restrição às expressões “regime jurídico” e “plano de carreira”, considerando que as mesmas poderiam representar violação da autonomia de Estados e Municípios.
Com todo respeito à manifestação daquele colegiado, creio ter havido manifesto equívoco no que concerne à menção ao regime jurídico dos ACS e ACE: a expressão impugnada já consta do texto vigente do art. 198 da Constituição, com a redação que lhe foi dada pela Emenda Constitucional nº 51, de 2006. Nessas circunstâncias, a referida expressão não poderia ter sido alcançada pelo exame de admissibilidade efetuado pela CCJC, obrigatoriamente restrito ao conteúdo da PEC 391/09. Resulta incabível, portanto, a meu ver, a supressão pretendida por aquela Comissão.
Cumpre aditar que a matéria já se encontra devidamente disciplinada pelo art. 8º da Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, que submete os ACS e ACE ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho, salvo se lei própria dos próprios entes federados dispuser de forma contrária. Dessa forma, evidencia-se o respeito à autonomia daqueles entes. Ao mesmo tempo, evita-se que a eventual inexistência de lei local sirva como pretexto para a precarização do vínculo de trabalho daqueles profissionais com os entes a que prestam seus serviços.
Ainda com referência à manifestação da CCJC, não há como contestar a objeção feita à expressão “plano de carreira”. De fato, sendo os ACS e ACE vinculados aos entes federados, não é admissível que a União lhes imponha um plano de carreira comum, atropelando a competência constitucional que lhes é própria e ignorando a existência de peculiaridades locais. Não há que se falar, portanto, em um plano de carreira singular, mas na pluralidade de planos de carreira, instituídos no âmbito de cada ente, por sua própria iniciativa.
Julgo pertinente, porém, que as diretrizes para a elaboração desses planos sejam estabelecidas por lei federal, sem o que se poderia colocar em risco a indispensável articulação das ações e serviços de saúde no âmbito do sistema preconizado pela Constituição. Opto, em consequência, pela atribuição de competência à União para dispor apenas sobre as diretrizes para os planos de carreira, nos termos do Substitutivo anexo, acatando a supressão determinada pela CCJC da expressão que redundava em competência plena da União para legislar sobre a matéria.
Examinada a questão posta quanto aos planos de carreira dos ACS e ACE, resta tratar do piso salarial nacional, que a PEC 391/09 pretende seja estabelecido por lei federal. Para tanto, cabe tomar como paradigma o precedente do piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, previsto no inciso VIII aditado ao art. 206 da Constituição por força da Emenda Constitucional nº 53, de 2006. Ao unificar em âmbito nacional aquele piso, a referida Emenda Constitucional cuidou também de comprometer a União com o financiamento da obrigação a ser imposta aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. Se não o fizesse, caberia alegar a violação da autonomia daqueles entes, que seriam compelidos a cumprir parâmetro remuneratório definido por lei federal, sem contar com suporte financeiro para fazer frente a tal obrigação.
No que tange aos agentes comunitários de saúde, todavia, a participação da União no custeio já é praticada de fato, mediante o sistemático repasse de incentivo aos entes federados. De acordo com a Portaria nº 2008, de 1º de setembro de 2009, do Senhor Ministro da Saúde, o valor do incentivo encontra-se fixado em R$ 651,00 por agente formalmente registrado no Sistema Nacional de Informação mantido para tal finalidade.
Assim, na medida em que se propõe a adoção de piso salarial nacional para os ACS e ACE, cumpre institucionalizar o comprometimento da União com a sustentabilidade financeira das atividades por eles desenvolvidas. O aporte de recursos federais deixaria de estar sujeito à discricionariedade do titular do Ministério da Saúde e passaria a ser assegurado por lei federal. A institucionalização do bônus representado pela transferência de recursos, em correspondência ao ônus a ser imposto aos entes federados pela adoção do piso salarial, afigura-se como indispensável à preservação da autonomia política e administrativa que lhes é própria. Por essa razão, fiz acrescentar ao final do § 5º do art. 198 da Carta, nos termos do Substitutivo que ora submeto a este colegiado, referência expressa à responsabilidade financeira da União no que concerne ao custeio das atividades dos agentes, dando assim caráter permanente à prática que vem sendo adotada com reconhecido êxito nos anos recentes.
Quanto às duas emendas oferecidas à PEC 391/09, não se constata qualquer vício que possa comprometer-lhes a admissibilidade. Louvo também a manifesta intenção de seus autores em aperfeiçoar o texto original da proposta, de forma a melhor atender à valorização das atividades dos ACS e ACE. Entretanto, sob o ponto de vista de mérito, manifesto-me pela rejeição de ambas, por força das razões apresentadas a seguir.
O respeito à autonomia dos entes federados é, de fato, requisito indispensável à viabilidade da emenda à Constituição que ora se examina. Entendo, porém, que a mera inserção dessa determinação ao final do § 5º do art. 198 da Carta, conforme aventado na Emenda nº 1, não representa salvaguarda eficaz do princípio federativo que se intenta proteger, sem que o próprio texto da PEC 391/09 seja ajustado para afastar qualquer possibilidade de ingerência indevida da União. O texto do substitutivo que proponho assegura, a meu ver, a indispensável observância da autonomia dos entes federados, ao limitar a competência da União à fixação de diretrizes para os planos de carreira. Fica, por conseguinte, preservada a competência de cada ente para editar lei instituindo as carreiras em seu próprio âmbito. De outra parte, a institucionalização dos aportes financeiros já efetuados pelo governo federal representa a contrapartida exigível para que se possa admitir a imposição de um piso salarial em âmbito nacional. Entendo, dessa forma, justificar-se a rejeição da emenda nº 1.
A emenda nº 2 também contempla a participação financeira da União no custeio das atividades dos ACS e ACE, a ser atendida nos termos do substitutivo ora apresentado. No entanto, outras determinações dela constantes padecem de vícios que prejudicam a possibilidade de acatamento da emenda. A vinculação do piso profissional ao valor do salário mínimo, além de colidir com a vedação contida na parte final do inciso IV do art. 7º da Constituição, representa um engessamento indesejado, na medida em que condições orçamentárias futuras poderão eventualmente criar condições para fixação de piso superior àquele patamar. O valor do piso salarial deve, por esse motivo, ser fixado mediante lei ordinária, capaz de ajustá-lo às circunstâncias temporais que venham a prevalecer.
De forma semelhante, a concessão de adicional de insalubridade também constitui matéria própria de plano de carreira, a ser instituído por lei própria de cada ente, respeitadas as diretrizes a serem estabelecidas em lei federal. Voto, portanto, pela rejeição da emenda nº 2. 
Ao concluir este voto, não se pode deixar de salientar a relevância do trabalho prestado pelos mais de 300 mil ACS e ACE atualmente em atividade no Brasil. São profissionais cuja atuação implica grande impacto sobre as condições de saúde da nossa população. Cumprem, por conseguinte,  importantíssima função social.
Os indicadores de saúde brasileiros vêm apresentando melhora significativa nos últimos anos. A mortalidade infantil pode ser utilizada como um bom exemplo. No ano 2000, para cada 1.000 nascidos vivos, mais de 27 faleciam antes de completar um ano. Em 2006, cujos dados são os mais recentes consolidados, esse número não chega a 21. A mortalidade permanece alta, porém já mostra grande evolução.
Como essa, tantas outras são conquistas diretamente consequentes à ação dos ACS e ACE. Cabe salientar que esses profissionais estão presentes mesmo onde ainda não existe toda a estrutura da estratégia de Saúde da Família.
Ante o exposto, submeto a esta Comissão Especial meu voto pela aprovação, no mérito, da PEC 391/09, nos termos do anexo substitutivo, pela admissibilidade das emendas nº 1 e nº 2, apresentadas nesta Comissão e, no mérito, pela rejeição de ambas.
Sala da Comissão, em       de novembro de 2009.
Deputada Fátima Bezerra
Relatora



COMISSÃO especial destinada a proferir parecer à proposta de emenda à constituição nº 391-A, de 2009, do sr. raimundo gomes de matos, que “altera o art. 198 da constituição federal para estabelecer plano de carreira e piso salarial profissional nacional para o agente comunitário de saúde e o agente de combate às Endemias”. (plano de carreira – agentes de saúde)

SUBSTITUTIVO À PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO No 391, DE 2009
Altera o § 5º do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre piso salarial profissional nacional e diretrizes para os planos de carreira de agentes comunitários de saúde e o agentes de combate às endemias.

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte emenda ao texto constitucional:
Art. 1º O § 5º do art. 198 da Constituição passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 198. .............................................................................
.............................................................................................
§ 5º Lei federal disporá sobre o regime jurídico, o piso salarial profissional nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias, competindo à União, nos termos da lei, prestar assistência financeira complementar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, para o desempenho daquelas atividades.
.............................................................................” (NR)
Art. 2º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.
Sala da Comissão, em     de novembro de 2009.
Deputada Fátima Bezerra
Relatora




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AO VIVO NA INTERNET E AKI NO BLOG VC VER PASSO A PASSO.

MENSAGEM ENVIADA DE BRASILIA AGORA DAR-NO CONTA E ESTOU ASSISTINDO NA TV.

Materia exclusiva do blog do acs Eliseu
Debatendo dep. JOFRAN FREJAT, fala que em 1979 criou os primeiros agentes de saude, e foi solicitado que os a aprovação da pec se der em tempo recorde ou seja o mais breve possível! O agente de saude foi criado em brasilia, Em certo momento o ministro da saude na epoca Ameida Machado foi fazer uma visita no amazopnia junto ncom um acs e ao visitar um caboclo, ele orientou o mesmo a se alimentar bem e apos ele falar tudo o caboclo perguntou ao agente de saude se poderia fazer o que o ministro da saude acabara de falar, ou seja o que o agente e saude fala é tudo pois as orientações feitas pelo ministro da saude na epoca so teve valor com o aval do agente.
Ele tambem fala que o agente de saude não pode fazer concurso, tem que ser seleção simplificada e tem que ser da comunidade!
Hoje se uma pessoa vai ao medico e sai com idicação de cirurgia o paciente diz que quer uma segunda opinião, mais que com o agente de saude ele diz eu confio na sua orientação!

Blog do acs Eliseu informa: Estar falando deputado JAIR BOLSONARO, nada referente ao acs e ace.


AO VIVO NA NET!

 DEOUTADOS QUEREM COLOCAR EM PALTA A PEC DO DEPUTADO VALTENIR QUE INDICA VALORES!
Deputado do maranhão fala sobre relatorio da deputada Fatima, e que é nescessario regulamentar, e que nao podemos continuar sendo tratados dessa forma que muitos prefeits fazem que é nao ter respeito por nossa categoria e que os acs ace e que a pec deve se aprova como se encontra, e que devem aprovar do modo que se encontra e que os deputados devem mobilizar os deputados para aprovar o mais breve possivel dep. paulo chaves.
 dep. Valternir pereira fala, fala sobre o emenda aditivo e que alem do vencimento de salario teria insalubridade e outros ele alega que o parecer nao determina o valor deixa mais uma vez os municipios sem obrigação com os salarios. que na chapada diamantina, o prefeito demitiu os acs em janeiro de 2008 efez concurso nem seleção diferenciada esta semana a justiça mandou readimitir os acs e pagar o salario desses quase 2 anos! E pede que a emenda aditiva deva ser levada em conta pela relatora Fatima!
Nesse momento fala dep. ALCENIR GUERRA ex-ministro da saude, diz que foi quem asinou o termo de criação do prog de acs, que foi em um mmto de epidemia de colera no brasil, e que o acs foi o principal causador desse impacto e que o indio ticuna que foi um eroi quando salvou sua aldeia ticuna, e que o acs é resposponsavel pela queda para o nivel de 20 por mil demortes de recem nascido e que o brasil teve uma redução em bilhoes com o trabalho do acs e que hj o gov. federal gastaria  cerca de 2 bilhoes por ano com o salario de 930.00 por acs mais que economizaria 2 vezes mais! e pede que o relatorio da deputada deve ser votado antes da ordem do dia pra nao considerado inconstitucional!

Com a palavra a relatora.

A deputada diz que serar apresentada sem valores mais pq a constituição veda ter valor no inciso 4º! Discute-se a colocação ou nao de valores e que se colocar valor a pec pode ser derrubado!
Indicar valores é materia privativa do executivo: Presidente da republica, com um PL projeto de lei. E a deputada diz que vai manter o relatorio.


DEP.FERNANDO FERRO, ele lembra que a emenda precisa de 308 votos na camara e de 3/5 no senado e que o texto da deputada estar perfeito pra nao sofrer atropelos. E que todos pensem nesse sentido para nós possamos exercer o trabalho com dignidade! Para que qdo for a plenario tenha todo apoio. e que alguns munici´pios se apropiam desses salario dos acs e ace.

Deputada JANETTE CAPIBERIBEdo Amapá, diz que la em um municipio nao encontrou medicos nem infermeiras mais encontrou ACs trabalhando junto com as parteiras e que viajaram de tao longe em busca de um objetivo que essa pec, e que os demais deputados veja o piso dos acs e ace com carinho pois os encontrou sentados pelas calçadas cansados com fome mais com um objetivos e que vai continuar acompanhando a mobilização de voves categoria de acs e ace.Agradesce AOS ACS.

DEPUTADO do MARANHÃORIBAMAR ALVES fala sobre, tivemos alguns marcos na saude e que um é o ze gotinha, e que o outro foi os agentes comunitarios de saude, e que o numero de internação cairam com a implantação acs e que outro marco é sem duvida os acs. Graças aos acs tem quem olhe os HA. DIA, E TANTAS OUTRAS, e que muita feliz somos recebidos com abraços e que muitas vezes somos atendidos pelos cachorros com mordidas e que muitas vezes as maes nbao tem se quer o nome para o filho e o acs é quem dar o nome. fala tambem que os agentes de endemias iria ser acabados mais que ele nao deixaria isso acontecer indo e foi a a luta e hj os ACe existem de fato e de direito.Que muitas de nós acs e ace foram a brasilia recebendo nao de um e nao de outro! e que ao chegar hj foi surpreendido com o apartamento funcional tava invadido por acs e ace e que ele disse fiquem aki estou com voces aki cabe todo mundo.
EDUARDO AMORIM fala,
que somos abnegados e que reconhecer o merito nosso nada mais que uma obrigação.

CHARLES LUCENA-PE fala, diz que estava atendendo aki em vitoria de santo antao, e que sabe o trabalho do ACs pois ele mesmo fez esse trabalho junto conosco, e que a nao pode deixar de pasar de amanhã pois seria um grande prejuizo para a categoria fando sobre VERA, LITA, MILU PRESIDENTE DA AMACS VITORIA, e que recebeu ligação de 2 prefeito para não votar afavor mais que amanhã votarar a favor.
DEP. BRANDÃO fala,diz que nao poderia fik fora de nossa luta e que sabe o trabalho nosso e que sabe como funciona e que muitas vezes via o tambem o trabalho do mata mosquito, e que o governo pensasse direito o governo nao pensaria duas vezes mais que nem sempre isso acontesse. e que o trabalho do acs e tao importante quanto os professores. e que nao tem problema para os prefeitos pagarem o salario digno para os acs e ace, e os prefeito fazem como querem e que nao existe uma definaição na lei obrigando-as a pagar pq a lei nao é objetiva. e que nao é da comissao mais que é solidario a categopria, mais vem com a ideia de aditivar a pec.
DEP.mjFRANCICO TENORIO-AL fala,disse ter sido procurado por varios acs e ace e que vai procurar os demais deputados de seu estado para se engajarem no sentido de aprovar a pec e que com numeros de pessoas assim as casa funciona e que amanha seja aprovada e que o mais breve possivel e que os acs e ace devem precionam.

DEP. MAURICIO RANDS-PE fala, e diz que os acs ace que la estao só engrandesce a camara o trabalho
.e quer fazer algumas ponderações, fala sobre a emenda 51/2006 e que todos diziam que uma categoria nao mudaria a constituição brasileira e que nós ACS e ACe mudamos que é a EC 51/2006 uma montanha, e que mais esta montanha queremos e iremos conquista, queremos insalubridade, e que o complemento do governo federal nao uma politica desse governo mais sim uma politaca de estado, e que precisamos descortinar para ver qual é a melhor estratergia e que quer olhar nos olhos dos acs e ace com multidao que xegarar amanhã.
E que há olhos silenciosos que estao querendo minar com pequenas coisas para que a pec nao ser aprovada, e que há burocratas querendo minar como foi com a EC51/06 e que diazia ser um gde trem da alegria e que essas aves agorentas ainda estao por ai sutil.e que nestao dizendo ser dado um basta nas pec que dar direito as categorias, e fica o alerta e que precisa uma unidade muita impar entre eles para que ninguem mine esse direito dos acs e ace.
Qual a melhor estrategia?  Na CCJ terar alguns embate mais que teram algumentos para vence-los e que as aves de rapina terar trabalho para ver brecha.Um pouco de paciencia trarar bons frutos , para que nao aconteça como se diz aqui no nordeste: Ficaou sem mel e sem cabaça,(eu sem sem cera e sem samburar), que a pec nao seja aprovada com valores, pois as aves agorenta vai ser bombardeada, o supremo vai derrubar. Ele diz que endoça eque aprova e que o relatorio estar muito bom e que ele como advogado nao ver brexa e que o grupo que nao quer mais pec de benefícios aos trabalhadores tenha direito.
DEP.mj.FABIO fala, e parabeniza os acs ace. Que a camara que a casa de todos os brasileiros estar sendo abrilhantada com a presença dos ace acs.Que identificaros vapiros (deputados)que querem sugar e estragar nossa vida serar dificil encontra-los mais nao veceram os que querem o bem dos trabalhadores.
O mesmo disse ter falado com o presidente sindasc-pb, da preocupação e da pressa em kerer ver aprovado.
DEP. JOSÉ AIRTON CIRILO fala,abraça as delegações de varios estados.Que os acs e ace são o representante do sus, que tem colocados nós acs e ace como o principal indicador do baixo indice de endemias e de doenças em nosso pais, e que tambem parabeniza a deputada fátima benardes e que vai lutar para aprovação ainda este ano!.
DEP. FATIMAdar boa noticia e fala que que o ministro temporao vai receber a comissao especial e que tambem terar a CONACS com RUTH E ELANE e que vai ao encontrar o ministro om orelatorio aprovado.
DEP.profº PEDRO WILSON fala, fala que esse projeto nao é partidario e sim do interecsse da categoria e que o brasil venceu o objetivo que foi reduzir a mortalidade infantil e a mortalidade materna, e que amanhã nao seja aprovado votado pra que mais debates. e convida a categoria a precionar.
DEP. UDURICO PINTO fala,abraça a todos acs e ace em especial os da bahia seu estado. Parabeniza pela atitude de forma competente como tem tratado da questao.
DEP. ROMULO GOUVEIA fala, diz de seu orgulho de ter a fatima cearense e a mema diz:dep. fatima disse ter nascido em curimatau-pb.
DEP. VALTERNIR. volta a quere que seu aditivo seja coilocado na pec! Esse conteudo poderar complicar a nossa situação.
Diz que o projeto da senadora saboya corrigirar os defeitos dessa pec.

Dep. fatima explica o nao entendido, diz que o texto serar apresentado da forma que se encontra.
CONVOCAÇÃO PARA AMANHA AS 14:30.
 
ENCERRADA NESTE MMTO.







Tempo real - 10/11/2009  15h10
Agentes de saúde acompanham leitura do parecer do plano de carreira
Centenas de agentes comunitários de saúde lotam neste momento o plenário 3 para ouvir a leitura do relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 391/09. A proposta estabelece plano de carreira e piso salarial nacional para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, que são 300 mil. A carreira foi criada em 1991, e até hoje não foi regulamentada, ficando a cargo dos municípios estabelecer a remuneração. A maioria recebe um salário mínimo. Atualmente, os agentes trabalham nos programas de saúde da família nos mais de 90% dos municípios brasileiros.

Neste momento, a comissão especial está ouvindo a leitura do parecer da relatora, deputada Fátima Bezerra (PT-RN).

Leia mais:
Relatora apresentará parecer sobre PEC dos Agentes de Saúde

Íntegra da proposta:
- PEC-391/2009

DEPUTADA FÁTIMA CONVIDA OS ACS E ACE PARA NESSES DIAS ESTAREM NA AUDIENCIA PÚBLICA


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ACESSO RÁPDO E FÁCIL AS INFORMAÇÕES DE HOJE SOBRE A PEC VOCÊ TEM ASSIM

USANDO SEU NAVEGADOR DE ACESSO A INTERNET google, mozilla firefoxe e ou cromo, BASTA APENAS DIGITAR AGÊNCIA CÂMARA E DAR UM ENTER DEPOIS É SÓ SEGUIR ESSES PASSOS!


 En seguida tem 7 opções entre elas tem essa" comissôes"você click e VAI DIRETO COMISSÃO ESPECIAIS , CLIK EM COMISSÕES ESPECIAS NA ARÉA CENTRAL DA PAGINA, E VAI DIRETO PARA A SITUAÇÃO ATUAL DA PEC 391/09 E VOCÊ FAZENDO ASSIM PODERAR ASSISTIR  HOJE TERÇA FEIRA DIA 10/11/09 AS 14:30 A AUDIÊNCIA PÚBLICA REFERENTE A NOSSO PISO DE R$ 930.00, BEM VINDO(a) AO MUNDO DA INFORMAÇÃO! PEC 391/09 VOCÊ DENTRO DELA E JUNTO COM NOSSO BLOG DO ACS ELISEU.

CENTENAS E CENTENAS DE ACS E ACE ESTÃO SAINDO DE GOIÁS NESTA MANHÃ COM DESTINO A BRASILIA-DF.

Dezenas de caravanas mobilizadas e que estão mobilizadas em GOIAS estão se deslocando em direção a brasilia na manhã desta terça feira para o 1º dia de luta que seram 10,11 e 12 nao perca a pauta de hpoje a tarde apartir das 14:30 hrs, nós estamos em oraçoes a Deus para que nossos representantes sejam sencíves e e nesses dois dias tornm a nossa vida mais doce pautando nosso piso na constituição!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

POSTO DE SAUDE DE CAMPO GRANDE NO RECIFE É ARROMBADO E FURTADO


Segunda - 09/11/09 12h19, atualizado em 09/11/09 14h50

Criminosos levaram muitos equipamentos, fardas de agentes de saúde e deixaram a porta da geladeira do posto aberta, estragando as vacinas acondicionadas no local

Da Redação do pe360graus.com
Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo

Veja mais

NE TV

Segunda-feira, 09/11/2009

Roubo aconteceu na noite deste domingo em um posto de saúde no bairro de Campo Grande, no Recife; ladrões levaram também remédios e fardas usadas por agentes de saúde



Um posto de saúde localizado na rua Guaianazes, bairro de Campo Grande, na Zona Norte do Recife, foi arrombado na madrugada desta segunda-feira (09). Os funcionários só perceberam o ocorrido quando chegaram para trabalhar, no começo da manhã, e acionaram a polícia.

De acordo com os servidores, estava tudo revirado na unidade de saúde. Os assaltantes levaram equipamentos como computadores, telefones, DVDs, muitos medicamentos e também as fardas dos agentes de saúde que trabalham na campanha de combate à filariose.

O principal prejuízo foi com as vacinas que estavam guardadas na geladeira do posto: os criminosos deixaram a porta do refrigerador aberta e cerca de 500 doses de vacinas variadas se estragaram.

A respeito do roubo das fardas dos agentes de saúde, os funcionários do posto fazem um apelo à população: só aceitem as visitas dos agentes que já são conhecidos na comunidade, para evitar qualquer tipo de problema.

O posto de Campo Grande só deve voltar a funcionar nesta terça-feira (10).

INDIGENAS SÃO CAPACITADOS PARA ATUAR COMO AGENTES DE SAÚDE EM MT

Mato Grosso
09 de novembro de 2009
Fonte: Portal Amazônia, com informações da Funasa

CUIABÁ - A vida de cinco mil índios de Mato Grosso será acrescida de mais saúde a partir desta segunda-feira (9). Com o curso de ‘Agente Indígena de Saúde (AIS)’ serão 28 índios, de nove etnias, no intuito de promover ações de educação, vigilância, prevenção e controle das doenças e agravos nas aldeias.

O curso é promovido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Cuiabá, da Coordenação Regional da Funasa em Mato Grosso (Core/MT). Até o próximo dia 27, os índios participarão do módulo introdutório realizado em Chapada dos Guimarães (60 km Cuiabá).

Nesta primeira etapa, serão abordados os maiores problemas enfrentados no exercício da função; diarréias e doenças respiratórias. Segundo o coordenador pedagógico do Dsei Cuiabá, Arlindo Leite, o curso é dividido em seis módulos, que serão ministrados ao longo de quatro anos.

Para participar da capacitação, os 28 indígenas foram indicados pelas comunidades. Além disso, são requisitos residirem na área de atuação, ter mais de 18 anos e terem completado a 4ª série do ensino fundamental.

Os agentes serão parceiros da Funasa, ajudando as equipes de saúde na identificação precoce de enfermidades nos membros das aldeias, por meio de visitas domiciliares. Eles vão atuar na região sudoeste do Estado, atendendo as etnias Paresí, Bakairi, Bororo, Nambikwara, Chiquitano, Umutina, Irantxe, Guató e Myky.

Capacitação

Para o coordenador regional da Funasa, Marco Antônio Stangherlin, a capacitação irá impulsionar o atendimento à saúde dos povos indígenas da região.

- A maior parte das aldeias fica distante das cidades. Portanto, o atendimento é prejudicado pela questão logística. Mas com o próprio índio atuando em sua comunidade, haverá um avanço significativo nas ações de prevenção e promoção à saúde, avalia.

Esta é a segunda turma de Agentes Indígenas de Saúde capacitada pelo Distrito. A primeira equipe, constituída por 35 índios, realizou sua formatura em março deste ano.blog do acs eliseu. O curso durou nove anos, pelo fato de 92,5% dos participantes não terem concluído o ensino fundamental, encontrando-se muitos deles nas séries iniciais.

- Para proceder a uma formação profissionalizante de qualidade foi imprescindível a formação escolar dos agentes. Sendo assim, fechamos uma parceria com Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Já nesta turma, todos possuem ou estão cursando o Ensino Fundamental, explica Leite. (JK)

CASO GEISY UNIBAN RECUA, VEJA O VIDEO.

09/11/09 - 19h42 - Atualizado em 09/11/09 - 19h42

Procuradoria também vai apurar recuo da Uniban após expulsão

MPF diz que vai investigar porque a universidade voltou atrás.
A expulsão foi divulgada no domingo (8); o recuo, nesta segunda (9).
Do G1, em São Paulo
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A Uniban voltou atrás na decisão de expulsar a aluna de turismo Geisy Arruda. Mas o Ministério Público Federal de São Paulo não fez o mesmo.

DIVULGADA A LISTA DE APROVADOS NO CONCURSO DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE THE, TERESINA

A  Fundação Municipal de Saúde através da COPESE divulgou o resultado  dos classificados no concurso  de agentes comunitários e dos candidatos que atingiram 60% das provas.
As provas aconteceram no dia 25 de outubro e cerca de 21 mil candidatos se inscreveram para o cargo de agentes comunitários de saúde. Os agentes comunitários aprovados no concurso serão chamados de acordo com a necessidade da Fundação Municipal de Saúde e trabalharão em regime de 40 horas semanais, com salário de R$465,00.

O Concurso tem validade de dois anos, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.
Veja resultado dos aprovados

Veja resultado dos classificados

Da redação
09/11/2009 08:51h

DEPUTADO DA PARAIBA DIZ QUE É UM DOS QUE QUER A PEC APROVADO E VAI A BRASILIA!

Romero quer aprovação da PEC que beneficia agentes de saúde

09/11/2009 às 09:50
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O deputado Romero Rodrigues disse que acredita na aprovação da PEC 391/2009 que estabelece, em todo país, Plano de Carreira e Piso Salarial para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE).

Para tanto ele viajou à Brasília para acompanhar juntamente com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate as Endemias (ACE) do Estado da Paraíba, a mobilização nacional da categoria no Congresso Nacional, para reivindicar a aprovação  imediata do Piso Salarial Nacional e Plano de Carreira.

O parlamentar faz questão de ressaltar que a luta é muito justa, e que é necessária a mobilização da sociedade em torno desse benefício para atender a centenas de pessoas, pelos relevantes serviços que prestam à comunidade.

A mobilização nacional da categoria no Congresso Nacional acontece nos dias 10,11 e 12, em Brasília, e o parlamentar faz questão de emprestar todo o apoio e colaboração, por se tratar no seu entendimento de uma luta justa e oportuna.

“Não podemos deixar de participar desta mobilização, em defesa de uma categoria tão importante e que trabalha tão próximo da população, principalmente na adoção de políticas publicas de saúde preventiva, trazendo assim mais qualidade de vida para população” declarou Romero.

Segundo o presidente da Confederação Paraibana dos ACE e ACS Francisco da Chagas Coelho de Araújo (Kiko Chagas) a participação e o apoio do deputado Romero, assegura o sucesso da mobilização da categoria no Estado da Paraíba e a ida de todos até a Capital Federal.

Romero apresentou na Assembleia Legislativa, uma Moção de Apoio à PEC 391/2009 que estabelece, em todo país, o Plano de Carreira e Piso Salarial para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE).

Inclusive, ele apresentou requerimento na Assembleia Legislativa da Paraíba dirigido a todos os deputados federais e senadores de todos os Estados brasileiros reivindicando apoio e voto ao pleito desses servidores.

VAGAS PARA ACS E ACE EM S.J.DOS CAMPOS.

08h48min - 09/11/2009
Prefeitura de São José abre inscrições para concurso de agente de endemia. Salário é de R$ 546.
São 32 vagas, sendo 24 para agente de combate a endemias e oito para agente comunitário
A Secretaria de Saúde de São José dos Campos abre hoje(9), o prazo para as inscrições do processo seletivo destinado ao preenchimento de 24 vagas para agente de combate a endemias e oito para agente comunitário de saúde. Os interessados têm até o dia 13 (sexta-feira) para se inscreverem.

A inscrição é gratuita e deve ser feita pela internet. Quem não tiver acesso a computador poderá utilizar os equipamentos disponíveis em um dos Infocentros da Prefeitura.

A seleção pública constará de duas fases. A primeira terá uma prova objetiva e eliminatória , com duração de três horas, composta por 50 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas cada, divididas em 20 questões de Língua Portuguesa, 20 de Matemática e dez de Conhecimentos Gerais. A segunda fase constará de Curso Introdutório de Formação Inicial e Continuada, com prova objetiva e classificatória.

A prova da primeira fase será realizada no dia 22 de novembro, às 9h, na UNIP – Universidade Paulista, à Rodovia Presidente Dutra 157,5 Km, Jd. Limoeiro. A segunda fase será realizada no dia 13 de dezembro, em local a ser divulgado no dia 04/12/2009.

O salário é de R$ 546,00, mais adicionais (Vale Transporte, Auxilio Alimentação dentre outros) a contratação será sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Outras informações sobre a seleção pública podem ser obtidas no edital disponível no site da Prefeitura.

Os Infocentros da Prefeitura ficam no Paço Municipal (andar térreo); na Praça Cônego Lima (centro); Shopping Centro – Rua Rubião Júnior 84 (2º piso), e no Espaço Cultural Flávio Craveiro – Rua Lenin 200, Dom Pedro I.

domingo, 8 de novembro de 2009

ACS E ENFERMERAS, CAPACITAÇÃO PARA TRABALHAR MELHOR O BOLSA FAMÍLIA

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) realiza amanhã (9), no auditório Josué Montello, no Uniceuma do Renascença, às 8h30, o Seminário sobre as “Condicionalidades do Programa Bolsa Família na Saúde”. O evento, que vai até quarta-feira (11), tem como objetivo a capacitação de aproximadamente 1.100 pessoas, entre enfermeiros das equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e agentes comunitários.

“O cumprimento, por parte do poder público, da condicionalidade do programa Bolsa Família possibilita o acesso às políticas públicas e, consequentemente, o direito de cidadania dos usuários”, declarou o secretário municipal de Saúde, Gutemberg Araújo.

Na segunda-feira, pela manhã, acontecerá a capacitação para enfermeiros e profissionais de Saúde da Atenção Básica com as palestras “Panorama Geral do Programa Bolsa Famíla”, ministrada pela supervisora de Transferência de Renda e coordenadora estadual do Programa Bolsa Família da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Sedes), Núbia Rodrigues Cutrim; “A Condicionalidade do Programa Bolsa Família na Educação”, com a operadora master da Educação da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Ana Gabriela Borges; e “A Condicionalidade do Programa Bolsa Família na Saúde”, com a coordenadora do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional da Secretaria Estadual de Saúde (Sisvan), blog do acs eliseu Suely Ismael Oliveira da Conceição.

Às 14 horas, acontecerá a palestra “O processo de Acompanhamento na Saúde de beneficiários do Programa Bolsa Família no município de São Luís”, com o técnico em Sistema de Informação do SUS, João Pereira Cunha Neto, e, a seguir, debates e encerramento.

Na terça e quarta-feira será a vez da capacitação dos agentes comunitários de Saúde com as palestras “Panorama Geral do Programa Bolsa Família” e “O Processo de Acompanhamento na Saúde de Beneficiários do Programa Bolsa Família do município de São Luís”.

Nesta ação, a Semus conta com a parceria das secretarias municipais de Educação (Semed) e da Criança e Assistência Social (Semcas), secretarias estaduais da Saúde e Educação e o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde de São Luís.

AGENTES DE SAÚDE FALA SOBRE O PRAZER DE LEVAR AS INFORMAÇÕES NO DF

SAÚDE » DF está na lanterna do programa que realiza acompanhamento médico em casa

Rodrigo Couto
Publicação: 08/11/2009 09:05 Atualização: 08/11/2009 10:02 



Porta de entrada do paciente no sistema hierarquizado e regionalizado de tratamento, o programa Saúde da Família atua com ações de prevenção, recuperação, reabilitação e na manutenção do bem-estar da comunidade. Apesar da iniciativa ser ampla, as equipes do programa, em especial no caso do Distrito Federal, não recebem informações sobre enfermidades graves como câncer e Aids.

Cecília Nunes é examinada por Elisabetta Ramos: atendimento elogiado - (Daniel Ferreira/CB/D.A Press )

Cecília Nunes é examinada por Elisabetta Ramos: atendimento elogiado.

No DF, 677 agentes comunitários atuam na disseminação do trabalho das equipes do Saúde da Família. O modesto número de profissionais coloca Brasília na última colocação, entre todas as unidades da federação, no número de pessoas acompanhadas e pelo programa e também no percentual de atendimentos: apenas 11,5%, ou 293.250 moradores da capital recebem a visita desses grupos. Mesmo com algumas deficiências, os usuários elogiam as visitas em domicílio e a qualidade do atendimento.

Coordenadora da unidade básica de Saúde da Família na Estrutural, a enfermeira Vania Ignes prevê a realização de um curso de 300 horas/aula que deve ser oferecido às 85 equipes do programa no DF no próximo ano.blog do acs eliseu "Ainda não está certo, mas é bem provável que ocorra. Além das informações sobre tuberculose, saúde mental, dengue e Aidip (atenção integrada às doenças prevalentes na infância), vamos inserir conteúdos sobre câncer e o vírus HIV", afirma.

Satisfeito com a missão de ajudar a cuidar da saúde dos moradores da Estrutural, o agente de saúde Vandré Luis, 27 anos, não vê a hora de ampliar os conhecimentos e melhorar a qualidade de seu trabalho. "Nosso papel é muito importante, pois excede a constatação de uma doença. Verificamos também se a pessoa tem problemas sociais e, por exemplo, se o seu comportamento é agressivo."

Mãe da pequena Camille, de apenas 1 ano e dois meses, a estudante Cecília Nunes, 19, é atendida há três anos pelo Saúde da Família. "Antes do nascimento da minha filha, já me tratava com eles, pois era epilética. É muito bom. Eles vêm em casa e atendem as pessoas que realmente precisam", elogia Cecília, enquanto realizava consulta com a dentista Elisabetta Ramos, 55 anos. Natural de Barreiras (BA), o pedreiro José Menezes, 23, marido da estudante, se diz satisfeito com o programa. "São bons profissionais que nos atendem em casa, sem precisarmos caminhar."

Qualidade
"Há uma ideia de que (o programa) é para pobres. Porém, é um atendimento de qualidade. Alguns setores são contra porque afeta o número de consultas dos médicos particulares", salienta o enfermeiro Mateus de Paula, 27 anos, que também integra a equipe de Vandré e Elisabetta.

Cada equipe do Saúde da Família é composta de um médico, um enfermeiro, dois técnicos em enfermagem, quatro agentes comunitários (esse número pode chegar a seis), um dentista e um técnico em higiene dental.


GOVERNO SE PREPARAM PARA ENCARAR A DENGUE EM VERÃO UMIDO!

08/11/09 - 09h35 - Atualizado em 08/11/09 - 10h06

Previsão para os próximos três meses é de chuva acima da média.
Casos da doença caíram 46% de 2008 para 2009.
Marília Juste Do G1, em São Paulo
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A chegada do verão, em dezembro, ameaça trazer de volta uma antiga inimiga dos brasileiros: a dengue. E, desta vez, com um reforço: os meses de dezembro de 2009 e janeiro de 2010 serão de chuva acima da média, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Chuva e calor facilitam a reprodução do mosquito Aedes aegypti e a transmissão da doença. Para enfrentar a ameaça, os governos municipais, estaduais e o federal preparam agentes e definem áreas prioritárias para ação.

Na “temporada” 2008/2009 da doença, os casos de dengue diminuíram. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre janeiro e agosto de 2009 houve 46% menos casos gerais, 80% menos casos graves e 63% menos mortes por dengue em comparação com o mesmo período de 2008.




  • Aspas Quando um ano é fraco, a população pode ‘esquecer’ que a dengue existe e acaba tendo um retorno da doença mais forte depois"



Segundo o médico infectologista Max Igor Ferreira Lopes, do Hospital das Clínicas de São Paulo, os bons resultados de 2009 deveriam inspirar a continuidade das iniciativas.

“Quando há mais casos de dengue, são feitas mais ações de enfrentamento. Isso resulta em menos casos no ano seguinte. Agora, quando um ano é fraco, a população pode ‘esquecer’ que a dengue existe e acaba tendo um retorno da doença mais forte depois”, explica.


O controle de doenças como a dengue é uma atribuição dos municípios. Mas, para manter essa tendência de queda, o governo federal tem dado atenção especial às cidades de estados considerados prioritários. Pará, Maranhão, Paraná, Rondônia, Piauí, Espírito Santo, Tocantins, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Ceará receberão, até dezembro, visitas de profissionais do Ministério da Saúde que vão ajudar na elaboração de planos de enfrentamento da doença.

Desse grupo, Espírito Santo, Mato Grosso e Ceará receberão também a visita do ministro José Gomes Temporão – que também irá a Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Amazonas.

Os governos estaduais também planejam ações de apoio aos municípios. “Trabalho no controle da dengue há 22 anos e posso dizer que nunca vi uma mobilização tão grande”, afirma Mário Sérgio Ribeiro, coordenador de Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro.

Segundo Ribeiro, a meta do estado é não só controlar a doença, mas, especialmente, reduzir as mortes por dengue. “Nossa maior preocupação é reduzir os óbitos. A dengue é uma doença perfeitamente tratável, as pessoas não deveriam morrer disso”, diz ele.

Para cumprir o objetivo, ele afirma que o estado investirá em fortalecimento da rede de atendimento médico e em ações de educação da população. “Quanto mais estruturada estiver a rede melhor é a chance de um caso de dengue não evoluir para um caso grave”, explica.




  • Aspas A dengue é uma doença perfeitamente tratável, as pessoas não deveriam morrer disso"



O enfrentamento da doença no Rio, segundo Ribeiro, ocorre o ano inteiro e, segundo ele, não há uma “intensificação” no verão. “O que muda é o foco”, afirma.

O mesmo acontece no estado de São Paulo, de acordo com o coordenador da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) da Secretaria de Estado da Saúde, Affonso Viviane Junior. “Dengue é uma coisa que se combate o ano inteiro. Nossa expectativa para o verão é que o trabalho que desenvolvemos ao longo do ano dê resultados e evite a transmissão de uma maneira mais intensa”, afirma.


Nos últimos meses, o governo paulista tem focado as ações de orientação de municípios em 216 cidades entre 10 mil e 100 mil habitantes. “Nós temos um grupo de 55 cidades prioritárias, que são as maiores cidades do estado, com as quais temos trabalhado intensamente ao longo dos últimos anos. Essas cidades estão preparadas, elas já desenvolveram uma capacitação de combate. Agora, vamos fazer o mesmo com os municípios menores”, explica Viviane.

Na capital paulista, 7,4 mil agentes trabalham durante o ano todo no enfrentamento da doença. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, esse grupo trabalha “rotineiramente no levantamento das áreas de maior risco da cidade”. No verão, o trabalho apenas se aproxima dos moradores, “para relembrar a população da importância desse cuidado”.

Ação federal
Na esfera federal, o ministério lançou a campanha publicitária “Brasil unido contra a dengue”. Para ações de enfrentamento, o governo tem 2,77 milhões de unidades do remédio paracetamol, em gotas e comprimidos, 2 milhões de frascos de soro fisiológico injetável, 562 mil envelopes de sais de reidratação oral, 250 mil litros de inseticidas e 3,5 toneladas de larvicidas. Há também kits suficientes para fazer 170 mil exames diagnósticos.

Além disso, Ministério da Saúde também vai implementar, em fase de testes, um sistema informatizado para o registro e o acompanhamento de todos os casos de dengue, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Municípios, estados e governo federal poderam registrar e acompanhar a evolução da doença.

No próximo dia 24, o Ministério da Saúde divulgará também o resultado de levantamento sobre a infestação do mosquito da dengue. “São esses dados que vão nos dar a noção do que podemos esperar para os próximos meses. Os lugares com maior presença do Aedes aegypti serão aqueles em que o governo poderá concentrar seu trabalho”, explica o infectologista Marcelo Buratt, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).




  • Aspas Todo mundo culpa o governo, mas são medidas individuais que controlam o mosquito"



Cuidado em casa
Todo o trabalho do governo, no entanto, não adianta nada sem a colaboração da população, acreditam tanto gestores quanto especialistas médicos.

“Todo mundo culpa o governo, mas são medidas individuais que controlam o mosquito”, afirma o infectologista Paulo Olzon, professor de clínica médica da Unifesp.

“O ideal seria que as pessoas não precisassem que um agente de saúde batesse em sua porta para saber que elas não podem deixar água parada em casa. O ideal seria que as pessoas não esperassem o governo, porque, a essa altura, todo mundo já sabe muito bem o que é preciso fazer para controlar a dengue”, diz Olzon.

O coordenador de Vigilância Ambiental do Rio de Janeiro afirma o mesmo. “Controle da dengue é uma questão de cultura. O combate deve ser incorporado ao dia-a-dia da pessoa, como os hábitos de higiene. Todos os dias você escova os dentes, toma banho, tira o lixo e deveria, também, verificar se não tem água parada”, afirma Mário Sérgio Ribeiro.

Além disso, a população também precisa ficar alerta para os sintomas da doença. “Muitas doenças virais, como a dengue e a gripe A, por exemplo, começam a se manifestar com sintomas muito parecidos”, afirma Affonso Viviane Junior, da Sucen, de São Paulo.

“É importante que a população preocure sempre um serviço médico quando apresentar esses sintomas. Pode ser um posto de saúde ou um médico pessoal. Se for dengue, quanto mais cedo tratar, melhor”, afirma.

sábado, 7 de novembro de 2009

UM GRITO DE SOCORRO, NÃO UM DESABAFO COMO DISSE ESTA COLEGA!

Para confirmar a veracidade da postagem veja na matéria que fala sobre o aditivo!

1 comentários:




Retratos disse...


Quero parabeniza-lo por este blog, tenho passado sempre por aqui para ficar atualizada com as noticias referente a nossa classe. Muitas vezes é o unico consolo que tenho no final de um dia, após subir e descer morro levando varios tipos de soluções para as pessoas que tentamos ajudar. É triste ver que nem sempre atendemos as suas necessidades, devido as burocracias e má vontade de administrações caoticas de nosso país. Não estou falando somente da minha cidade e dos meus paciente, falo pela minas gerais inteira, pois conheço varias cidades menores em que esta que eu vivo e se a situação do usuario é difícil pior ainda é a do ACS. Mesmo sabendo que esta PEC391/2009 pode ficar garrada na camara e nós talvez nem vejamos esse valor agregado ao nosso suor do dia a dia, mesmo assim, tenho rasgos de alegria qdo vejo que alguem conhece e se coloca ao nosso lado pela dificuldade e pelo trabalho que realizamos. Falo isto, não que eu viva em petição de miséria, pq após o meu trabalho enfio a cara no meu studio e tenho um ganho suficiente em fotografia para viver bem. Digo ate que o meu trabalho na Prefeitura como ACS é um trabalho voluntario, onde tenho por merecimento de um concurso um miseravel incentivo que a prefeitura oferece. Esta miseria de salario que recebemos ainda temos que engolir, pq, se buscamos nos informar, e conhecer nossos direitos os gerentes de unidades nos podam, debocham de nós. Hoje estou mesmo triste, ontem um colega de trabalho conversando com a gerente sobre algo que ele acreditava termos direito e ela mandou-o "falar com a Beth que e a representante do sindicato dos ACS's", isto em tom de deboche. Porque na verdade eu fico buscando sempre informação, mas nao conheço nenhum sindicato em MG que defenda os ACS's e ACE's. Não tenho nem ideia de como funcione um sindicato. E isto é o mínimo que ja ouvi, pq até falar comigo que se eu continuasse me envolvendo com informações que envolvesse leis e direitos de nosssa classe, era pra juntar as coisas e mudar de unidade, isto pq moro ao lado da unidade onde trabalho. Aqui castigam os Agentes mudando-os de unidadem, mandando para o mais longe possivel. Salario é de chorar, todo ano inventam uma historia nova para nos colocar de cara no chao. Isto é um desabafo, sei que igual a mim tem milhares de ACS's espalhado pela "Patria amada Brasil". As leis hoje sao um fiasco, quando a gente consegue entender de um lado aparece um acessor de juridico que escrafuncha uma emenda ou um artigo que nos deixa nus de novo. Por isso eu agradeço a vc por postar as noticias aqui para que nos ca dos rincão distantes possamos estar acompanhando passo a passo a evolução das votações. Quero agradece aos Senadores que tomaram a inciativa de criar esta emenda, e aos deputados que estao lutando para que ela consiga vingar. Pode ter certeza que ja anotei os nomes de todos que tem a honestidade de reconhecer o nosso trabalho, mesmo pq, isto eu chamno de honestidade e nao de favor. Estao trabalhando como todos deveriam, se cada um olhasse uma classe nesse imenso pais, nao precisariamos de tantos ACS's para ensinar as pessoas como se cuidar e como se defender de calhordas que lhes assolam a porta dia a dia. Parabens Elizeu, obrigado Senadores e Deputados que nos enxergam.

DEPUTADA FÁTIMA BEZERRA EM SUA COLUNA FALA OS PASSOS DA PEC 391/2009.


Deputada Federal - PT/RB

Mobilização dos ACS e ACE é funfamental

 
Na próxima terça-feira, 11, vou apresentar meu parecer à proposta de emenda à Constituição (PEC 391-A/09) que institui o piso salarial e o plano de carreira dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias.

  Esperamos aprová-lo no dia seguinte a fim de agilizar a inclusão da proposta na pauta de votação da Câmara dos Deputados. O nosso objetivo é aprovar a PEC no Congresso ainda este ano. 
Para isso é indispensável a mobilização da categoria, pois temos um longo caminho a percorrer. Depois de aprovada no Congresso daremos início a uma nova batalha, que é a regulamentação do piso através de projeto de lei enviado pelo Presidente Lula. Defendo a aprovação dessa medida porque acredito que um piso salarial e um plano de carreira são instrumentos fundamentais não só para fazer justiça a uma categoria que tem um papel muito importante no contexto da saúde pública de nosso país, mas para valorizar o Sistema Único de Saúde. É bom lembrar que os ACS e ACE têm tido um papel decisivo no contexto da saúde pública, na prevenção a doenças, nas campanhas de redução da mortalidade infantil, no crescente índice de vacinação, na orientação aos portadores de diabetes, hipertensão , DST, entre outras. Portanto, estamos tratando de uma luta essencial para a vida de milhares de famílias que muitas vezes só são assistidas por estes profissionais, sobretudo, aquelas das regiões mais pobres de nosso país.
 
Dando continuidade ao debate acerca da matéria, o nosso mandato, em parceira com o Sindicato dos ACS e ACE e outras entidades, estaremos realizando vários debates no RN. Dia 13, será em Açu e Mossoró. Dia 20, será em Santa Cruz e Caicó e dia 23, em Natal. Participe.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

UTILIDADE PÚBLICA. "QUEM NÃO PAGAR ÁGUA OU LUZ NÃO PODERAR SER INCLUIDO NO SPC E OU CERASA"

Aconteceu - 06/11/2009 20h23


Comissão proíbe serviço público de colocar consumidor no SPC

Diógenes Santos



Trípoli: "O não pagamento de serviços essenciais implica o corte, o que já é uma penalidade".

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira (4) o Projeto de Lei 2986/08, do deputado Vinicius Carvalho (PTdoB-RJ), que proíbe a inscrição do nome de consumidor inadimplente de serviço público em cadastro de restrição ao crédito.



Na opinião do relator, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), "serviços públicos são, normalmente, essenciais à população e deveriam ser ofertados universal e gratuitamente a todos dentro de determinado limite de consumo".

AGENDA DA CAMARA PARA A PROXIMA SEMANA, 3ª E 4ª FEIRA.

TERÇA FEIRA as14h30 (CS)
Comissão Especial sobre o Plano de Carreira Agentes de Saúde

Apresentação do parecer preliminar da relatora, deputada Fátima Bezerra (PT-RN).
Plenário 3

..........
QUARTA FEIRA as14h30
Comissão Especial sobre o Plano de Carreira dos Agentes de Saúde

Votação do parecer da relatora, deputada Fátima Bezerra (PT-RN).
Plenário a definir

ACS E COMUNIDADE. SAÚDE DA FAMILIA AMPLIA EQUIPE PARA ATENDER DISTRITOS DE PORTO VELHO

Em Vista Alegre do Abunã, além do PSF, é disponibilizado ainda uma equipe do Programa de Agentes Comunitários de Saúde(PACS).
DECOM - 2009-11-06 - 09:45:00 -
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O atendimento a saúde nos distritos tem sido priorizado pelo prefeito Roberto Sobrinho, com ampliação das equipes do Programa Saúde da Família (PSF), levando atendimento aos 14 distritos. São 16 equipes do PSF, sendo 12 delas atendendo as localidades da zona rural terrestre e 05 na zona fluvial. A equipe da zona fluvial atende Cujubim, São Carlos, Nazaré e Calama. Em Vista Alegre do Abunã, além do PSF, é disponibilizado ainda uma equipe do Programa de Agentes Comunitários de Saúde(PACS).

A equipe do PSF é formada por um médico, um enfermeiro, um biomédico, um odontólogo e um vacinador. Todas as localidades dispõem da equipe médica do PSF durante três finais de semana. Em Nova Califórnia e Jacy-Paraná, devido à demanda de atendimento, são disponibilizadas duas equipes do Saúde da Família. Em São Carlos , além da equipe do Saúde da Família, um enfermeiro de nível superior permanece na localidade durante toda a semana.

Obras

A melhoria da estrutura física, visando oferecer mais conforto a população e aos técnicos também tem sido priorizado pela Prefeitura. Para tanto, serão construídos, reformados e ampliados todas as unidades de saúde dos distritos- as obras estão previstas para iniciar dentro dos próximos meses. Em Cujubim, já foi construída unidade de saúde- os equipamentos estão sendo comprados e a inauguração ocorrerá até o final do ano.

Ambulancha

A Prefeitura conseguiu também três ambulanchas para fazer o transporte dos pacientes que necessitam de atendimento nas unidades de saúde da\zona urbana de Porto Velho. Foi providenciado também uma ambulancha dotada de todos os equipamentos de primeiros socorros para atendimento de urgência aos ribeirinhos, até que estes cheguem ao hospital. Esta ambulancha fica de prontidão no posto da Enaro e quando acionada pelo Samur, se desloca para fazer transportar os pacientes até a área terrestre. As demais ambulanchas ficam de prontidão nos distritos de São Carlos, Nazaré e Calama.